Alexis Sánchez, o rosto da nova geração chilena

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  A representação máxima da nova vaga de talento chilenos. Alexis Sánchez, 19 anos da mais pura “casta” de irreverência sul-americana. Provavelmente o maior destaque das selecções nacionais de base, do Chile, nos últimos 10 anos.

Actuando lá na frente, “vagabundo”, no apoio ao ponta de lança, ou lançando o caos pelas faixas, El Niño Maravilla, apelido que conquistou ao serviço do Cobreloa, primeiro clube como sénior no seu pais, é daqueles casos que agrada à vista precocemente, na primeira impressão com o esférico. Incisivo na abordagem a cada lance, ataca o adversário com as ganas de quem se sente capaz de decidir. A estética do seu futebol acolhe o sorriso da bancada, fideliza a submissão do torcedor às suas investidas arrebatadoras, mesmo que por vezes os seus limites ultrapassem o porque do jogo, os seus objectivos triviais.

Após passagem bem sucedia pelo Colo-Colo, a Udinese de Itália, atenta aos valores emergentes sul-americanos, arrebata o pequeno tesouro chileno, procurando domestica-lo para as exigências físicas e tácticas do Calcio. Trata-se de um míudo de futebol ainda imaturo é certo, porém, o ADN do seu jogo é claramente uno, mas à semelhança de Di Maria (por exemplo), ainda terá forçosamente que melhorar em aspectos básicos do jogo europeu. Não basta ser bom de bola, ter nascido com “click” para a coisa. É preciso moldar as qualidades, suprimir os défices, sentir o peso da responsabilidade. Defender bem, resistir ao choque, ser agressivo sem bola, mostrar ao adversário que se é tão bom na posse como na procura.

Talvez por essa razão a Udinese tenha decidido empresta-lo ao River Plate. É sempre uma prova de fogo jogar num crónico candidato ao título argentino. E pressão, senti-la-á a cada segundo que respire dentro de campo. Por outro lado, não sei se não seria mais sensato vê-lo actuar em equipas de dimensão reduzida no campeonato italiano, liderando as hostes, ganhando maturidade, carregando o jogo ofensivo da equipa, sofrendo na pele, o desassossego dos contrários. Só espero que não se perca na imensidão do seu futebol, e que o regresso à Europa esteja para breve. Ainda tem 19 anos, mas no futebol não há grande tempo, o amanhã é hoje. Ou se agarra a oportunidade ou morre-se eternamente na saudade. A escolha está nos pés de Sánchez.

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3 Responses to Alexis Sánchez, o rosto da nova geração chilena

  1. vale diz:

    e muiil lindo lo amo
    chileno tenia ke ser
    ojalas ke le siga llendo
    super ben

  2. Carol diz:

    Ele é muito lindo, e joga muito bem!!!
    Pena que mora tão longe de mim!!!
    Vem morar no Brasil Sánchez……

  3. у вашего сайта красивый диз, сами делали?

    образование фамилии симчук

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